Tuesday, January 14, 2014

[Reviews] The Mentalist - 6.12: Golden Hammer


O doce sabor do mistério.
Contém Spoilers

Eu já tinha me acostumado com essa nova fase de The Mentalist. Eu queria sim que a série nos apresentasse um novo plot, cheguei até a pensar que depois do Red John, teríamos episódios focados na Associação Blake. Mas, o serial killer morreu e a organização foi desmantelada. Depois de quatro episódios sem casos extraordinários, eu me convenci que seria assim até o season finale, que eu acho que na verdade será o series finale. Apesar de não ter um arco principal, eu gostava do que estava sendo apresentado e estava me divertindo com o desenvolvimento das relações dos personagens. Se continuasse assim até o final, por mim tudo bem, meu único pedido era por um encerramento digno para The Mentalist. E então a série apresenta Golden Hammer.

O caso de Golden Hammer não foi animador. Era só mais do mesmo. Um rapaz chamado Whitaker havia morrido e, apesar de algumas evidências apontarem suicídio, o FBI não estava totalmente convencido disso. A partir daí, os agentes começam a entrevistar pessoas que trabalhavam com o moço e Jane faz o que ele faz de melhor, repara em coisas que não chamariam a atenção de nenhuma outra pessoa.

Durante o desenrolar da investigação, gostei bastante de ver o Cho tendo a liberdade de mandar nos outros agentes. Foi algo que já havia acontecido no episódio passado também. Assim como ele era na CBI, Kimball é bem firme nas suas ações dentro do FBI. Mesmo gostando de ver o Cho liderando, confesso que queria a Lisbon de volta como chefe. Ela era simplesmente incrível. E falando na Teresa, eu estou adorando a parceria entre ela e Kim. É divertido acompanhar a reação de ambas em relação ao comportamento do Jane. E repito o que falei na review passada, espero que a Kim encontre outra pessoa e não interfira em Jisbon.

Ainda sobre Jisbon… Se no episódio passado, Jane teve um encontro, em Golden Hammer foi a vez da Lisbon. Tudo bem, não foi exatamente um encontro, mas é inegável que o Ardiles tem uma atração pela agente. Melhor de tudo isso foi ver o Jane esboçando ciúmes. Lógico, o mentalista não fez caras e bocas como Teresa, mas nem por isso deixou de ser menos divertido.

Fiquei bastante surpresa com a citação e aparição de Rigsby e VanPelt. Pra mim, os dois já tinham dado adeus e não voltariam mais. Ainda bem que eu estava enganada, porque o retorno deles me empolgou muito e eu espero que não tenha sido em vão. Já que Ardiles achava que estava sendo perseguido e vigiado através de seu telefone, Lisbon diz para o promotor se encontrar com Grace e Wayne, já que o casal possui uma empresa de segurança digital e poderia ser mais útil.

Grace descobre que de fato alguém havia hackeado o celular do promotor. Parecia que Ardiles estava em apuros, mas, não parecia nada realmente promissor para nós dentro da série. E então, após o programa da VanPelt terminar sua busca, vimos que não só Ardiles, como todos os agentes da falecida CBI estavam sendo monitorados.

Eu olhava para a tela, via as credenciais dos agentes da CBI e ria sozinha. Em séries como The Mentalist, os melhores episódios sempre são os focados na vida dos agentes. O carisma dos personagens, as identificações, a forma única que cada um tem de cativar o telespectador, as personalidades, tudo isso contribuiu para que nos aproximássemos demais deles. Por isso é que episódios em que eles estão profundamente ligados ao acontecimento são excelentes. Sim, minha gente, os ex-agentes da CBI estão em perigo e eu estou feliz por isso. Temos um arco central que envolve os formidáveis agentes que acompanhamos durante seis anos. Só de ver as credenciais eu já senti uma tensão imensa, imaginem quando Jane, Lisbon, Cho, Rigsby e VanPelt estiverem cara a cara com o inimigo?

Vocês já devem ter percebido que eu fiquei absurdamente animada com esse plot. Eu criei muitas expectativas e estou bastante confiante no que diz respeito a construção dos próximos episódios. Vai, Bruno Heller, mostra pra gente o motivo pelo qual começamos a gostar de The Mentalist. Traz de volta a angústia que o Red John proporcionava, traz de volta a adrenalina das primeiras temporadas. Se a sexta temporada for a última da série, nos presenteie com excelentes episódios e feche essa maravilha com chave de ouro. E faça Jisbon acontecer o mais rápido possível. O senhor tem no mínimo oito episódios para nos deixar extremamente pirados. No bom sentido, claro.

PS: R.I.P Ardiles.
PS: O que foi que aprontaram com o cabelo da Amanda Righetti? Fiquei espantada, estava feio demais. Alô cabeleireiros, vamos dar uma ajudinha aí.
PS: The Mentalist só volta dia 09/03. É assim que acontece, eles jogam a bomba e a gente tem que esperar mais de um mês pra acompanhar as consequências.


E vocês, o que acharam do episódio? 
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