Friday, January 10, 2014

[Reviews] The Mentalist - 6.11: White Lines


Jane e seu charme.
Contém Spoilers

Agora que Patrick conseguiu que suas vontades fossem feitas e que os agentes estão estabelecidos em suas respectivas funções, que voltemos a programação normal e que o mentalista volte a fechar casos. Gostei bastante da construção do caso, mas o que mais achei interessante foi a construção da personagem Krystal. Embora fosse possível perceber que ela era a culpada na primeira conversa que a moça teve com o Jane, eu estava ansiosa para ver como é que ligariam todos os fatos a ela.

Depois que cinco agentes da Narcóticos são mortos, o FBI é chamado para investigar o crime. Jane é a sagacidade em pessoa e já havia montado o quebra-cabeça em sua mente enquanto todos os outros agentes ainda procuravam Paco. Como sempre, ele não conta seus planos pra ninguém e age por conta própria, conquistando Krystal e esperando o momento certo para colocá-la contra a parede. Quando ele conta sobre sua vida para Krystal, explicando que matou Red John, o serial killer que assassinou sua família, eu até fiz uma relação entre os dois, já que a Narcóticos assassinou o namorado da loira numa operação. Porém, a medida que os acontecimentos vão se desenrolando, é perceptível que o único desejo que movia Krystal para cometer os assassinatos era o de controlar o comércio de drogas.

Está sendo bastante divertido acompanhar a cretinice do Jane. É como se ele estivesse recuperado seu antigo eu, o que ele era antes do caso Red John. O mentalista está mais sarcástico do que nunca, abusado, vai aloprar os agentes até que suas vontades sejam feitas e está usando do seu charme para conquistar as mulheres.

Como não se divertir com os ciúmes da Lisbon? Gargalhei alto vendo a agente revirar os olhos e amarrar aquela expressão de poucos amigos ao ver Patrick combinando de sair com a Krystal. Kim também é outra que caiu na rede do mentalista e não está conseguindo disfarçar o ciúme. Eu espero que ela encontre outra pessoa e não atrapalhe o andamento de Jisbon. Achei bem legal o desenvolvimento dela com a Lisbon no bar, rendeu ótimas risadas. Seria uma pena se ela resolvesse se intrometer no relacionamento da Teresa com o Jane.

Outra coisa interessante foi o contraste que fizeram entre Jane e Krystal. Se a mulher não faz questão que o mundo saiba que ela é a chefe da organização Anel da Costa do Golfo, Jane precisa que seu ego seja amaciado. Adorei a cena final, na qual o Cho apoia Kim e Lisbon e o mentalista fica com a cara na poeira, quase morrendo de frio sem ao menos receber um “obrigada”. Que Patrick aprenda a dividir seus planos com a equipe, porque dessa vez foi por pouco.

PS: Querido Bruno Heller, espero que o senhor não esteja pensando em fazer Jisbon acontecer somente no último episódio da série.

PS: Na cena da Lisbon com a Kim no bar, lembrei muito de Criminal Minds. No 2x21, Prentiss, JJ e Garcia também estão em um bar e tem um rapaz tentando pagar de gostosão pra elas e dizendo ser do FBI. As três dão corda e no final perguntam se a credencial dele era parecida com a delas. O cara fez o que os dois rapazes de White Lines fizeram quando descobriram que Kim e Lisbon eram policiais. Correu.


E vocês, o que acharam do episódio?
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