Tuesday, November 12, 2013

[Reviews] Witches of East End - 1.05/06: Electric Avenue/ Potentia Noctis


Fantasmas indo, fantasmas vindo e orgias rolando a solta.


Alerta de Spoilers!

Ainda estou tentando processar o que vi no sexto episódio de WoEE. Parecia uma cruza involuntária entre Charmed e a segunda temporada de True Blood e pra ser honesto, eu amei cada segundo desse episódio repleto de safadeza. Claro, nem tudo são flores e o ramo da morte que foi o quinto episódio quase me fez desistir da série e não chegar ao sexto, mas ainda bem que não foi esse o caso.

Entretanto, toda a esquisitice gostosa do sexto episódio não podem apagar a tortura que se provou Electric Avenue, WoEE precisa urgentemente decidir qual tipo de linha ela quer seguir. Ou segue a realidade e pega emprestado assuntos científicos que ajudem a embasar a magia ou aposentam essa possibilidade completamente e abraça o surreal e irreal de uma vez por todas e para de tentar passar certa "realidade". O que me fez perder a paciência com o quinto episódio foi a tentativa falha de fazer do caso "fantasma" algo tanto científico quanto "religioso" de forma a não apresentar uma boa explicação para nenhum dos dois casos.

Nós não precisamos dessa realidade, já que aceitamos uma série de bruxas que fazem feitiços sem se preocupar com quase nenhuma consequência, já que essas só existem nos extremos. O que pude retirar desse episódio foi que todas as mulheres da família Beauchamp tem problemas sérios na área dos relacionamentos amorosos.

Foi até interessante ver Joanna com um interesse amoroso, mas o lance com o advogado imortal não durou mais do que uma rapidinha depois do caso ter sido vencido. Caso esse que por sorte durou só cinco episódios. Fiquei me perguntando o por que de nenhuma das bruxas ter tentado resolver o problema magicamente e a resposta não foi muito satisfatória, mas cooperou para aprofundar a mitologia da série. Aparentemente, feitiços para memória e ressurreição são os piores existentes no livro de etiqueta magica universal.

O negócio dos fantasmas que foi bem tedioso. Elyse foi até interessante, mas só depois que terminei o sexto episódio e acabei levantando algumas possíveis teorias. Porém, tudo o que aconteceu no episódio, isoladamente, foi um porre. Mas fico agradecido que as coisas tenham durado só um episódio, meu medo era que as coisas seguissem por mais e mais tempo com os fantasmas perambulando pela cidade. Por falar em perambular, eu juro que pra mim foi novidade saber que fantasmas podem beijar e fazer amor gostoso.

Agora entrando nos méritos do sexto episódio da série, já vou pegar minha teoria quanto a Elyse, Freya e os dois irmãos. No final do episódio é revelado que Athena a filha Archibald é na verdade Penelope, a mãe de Killian e Dash. Agora, preparem-se para o ALERTA TEORIA! Para mim, Penelope sempre maquinou para que Dash terminasse com Freya, por isso, quando o cara se apaixonou por Elyse e acabou propondo noivado, Penelope colocou uma espécie de feitiço para que os dois se sentissem atraídos um pelo outro, causando então a cisão entre os irmãos. Indo mais além, quando a fantasma diz que não foi bem um suicídio que ela tentou cometer como todos estavam falando, eu até acredito que Athena/Penelope tenha a matado para jogar Dash futuramente nos braços da irmã certa das Beauchamp. O que explica minha teoria do feitiço é o fato de Freya ter sentido exatamente a mesma coisa que Elyse, podendo tanto ser o mesmo artifício mágico, ou um resto residual dele. 

Só por essa teoria mirabolante, ou talvez não, eu já gostei do episódio. Gosto de séries que me façam pensar ao invés de me darem todas as respostas no ato. Gosto mais ainda quando esse episódio é balanceado com uma mamona raivosa E orgias secretas de Ingrid no passado. Tem como não amar? 

As mulheres dessa família só se dão mal quando o assunto é romance. Freya pelo menos está dividida entre dois irmãos que podem acabar virando alguma coisa no futuro, com pelo menos um, as opções são maiores. Ingrid tinha um fantasma, agora tem o espectro de Archibald a atormentando. Não sei por que ela culpou Wendy por algo, sendo que claramente quem estava errada era ela. Tudo bem que Wendy acabou matando a sobrinha acidentalmente, mas a culpada era Ingrid. Sempre a tive como a irmã esperta, parece que eu errei feito, errei rude.

Esse foi o tipo de episódio que é feito pra amar. Teve orgia, mitologia e explicações. Dá pra reclamar? Claro que não. Finalmente ficamos sabendo como Wendy matou Ingrid e por que ela acabou se afastando da família por tanto tempo. Descobrimos mais sobre o passado de Archibald e até delimitamos nosso vilão da temporada, a rancorosa Athena. Caminhando então para os 4 episódios restantes da temporada, as coisas não poderiam estar melhores. Witches of East End não é um primor, está longe de ser, mas está cada vez mais divertida. No final, é isso que importa.

Premio de shirtless dos episódios vai para Killian, AGAIN!



Ps. Joanna nunca mudou o nome das filhas? Que tédio! 

Ps². Time Killian ou time Dash?
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