Saturday, May 18, 2013

[Reviews] Anger Management – 2.17: Charlie Lets Kate Take Charge


De volta ao passado!

Charlie tem a chance de retornar um pouco aos seus tempos de Baseball, mas dessa vez como treinador do time da escola de Sam, e isso levantou uma questão para o pai de Charlie, porque seu filho não se tornou um treinador, pois o mesmo foi um excelente jogador em seu tempos de glória? A resposta disso fica bem explicada ao longo do episódio.

Para continuar com as terapias para o grupo Charlie escalou Kate, e como sabemos que o método dos dois era totalmente diferente o mínimo que iria acontecer era eles ficarem assustados com Kate, e foi exatamente isso que aconteceu. Ed, Lacey, Patrick e Nolan começaram a usar isso ao seu favor e fazer com que Kate fique mais vulnerável, pois a maior diferença entre ela e Charlie é que ele contava seus problemas e acaba se abrindo com o grupo também, diferente de Kate, só que ela se mostrou mais esperta que eles.

Patrick foi o primeiro a atacar, e pareceu que tudo ia bem até ela começar a mentir sobre seus sentimentos e sua vida e acabou que todos começaram a se abrir também, até Ed revelar a verdade sobre ela. A interação inédita entre Kate e os pacientes de Charlie foi bem legal, mas o momento poderia ser um pouco mais bem aproveitado, com tiradas melhores do que as que tiveram, sendo que a única que salvou o episódio mesmo foi o “Sherlock Homo” dita por Ed.

Voltando ao Baseball, Charlie estava treinando o time com a maior calma do mundo e isso acabou irritando um pouco seu pai e acabou fazendo com que os dois entrassem em um conflito. O pai de Charlie queria que ele fosse mais agressivo e isso iria fugir totalmente dos princípios atuais de Charlie em deixar esse seu lado de tempos de fúria de lado.

Ele acabou se abrindo com o povo da prisão e confessou que queria a aprovação do pai e não estava conseguindo. Quando Charlie ficou preso na prisão e seu pai foi o substituir ele acabou mostrado todas as atitudes que Charlie não queria ter como treinador. A partir daí ficou claro o porquê dele ter tomado outro rumo na vida e não ter se tornado treinador, pois Charlie no lugar de seus ataques de fúrias diminuírem eles iriam acabar aumentando, e o pior, sendo despejado em cima dos jogadores do time em que ele seria treinador.

Às vezes vemos um rumo que parece ser o melhor para a gente, mas não o certo, e o outro que acaba sendo totalmente diferente do que estamos costumados a fazer, um novo desafio, e esse sim acaba sendo o rumo certo. Foi isso que Charlie fez, depois de atitudes grosseiras como jogador ele quis tomar um rumo totalmente diferente que fizessem bem para ele e para os outros, e ajudar as pessoas a se recuperarem foi à melhor escolha feita por ele.


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