Me sinto mal por Blaine.
Fiquei com muita pena ao ver Blaine do lado de Coop (Matt Bomer) o episódio inteiro. Não tem nem comparação. É uma daquelas situações em que você vê que a genética só favorece o mais velho.
Super dramático Blaine também, cantando Fighter, da Xtina Cagona como se a música tivesse alguma coisa a ver com a relação dos dois. FELIZMENTE, provavelmente foi a única música da Xtina e do Blaine que consegui ouvir até o final.
A participação de Matt Bomer foi divertida. Sabia que seria porque só por ficar em pé ele já ajuda qualquer série. Foi isso que aconteceu com Chuck e em White Collar ele também mostra que sabe atuar. Sem contar que, mesmo com uns auto-tunes por aí (quem nunca?), ele cantou super bem para alguém que usa terno o dia todo.
Agora, vamos para a parte sem sal do episódio (bom, a primeira parte sem sal do episódio): Quinn está viva. Gente, por favor. Ryan Murphy não tem BOLAS. Não mesmo. Sempre toca em algum assunto tenso, passa alguns episódios com um clima pesado, mas no final tudo fica colorido, igual Kurt, que caga arco-íris com glitter.
Precisavam ter, no mínimo, deixando Quinn um pouco mais acabadinha. Sem contar que não colou a reação dela à situação. Tentaram educar o negócio 'ah, não pode mandar SMS quando estiver dirigindo', mas tipo, não conseguiram mesmo, principalmente quando a menina provavelmente estará dançando novamente nas nacionais.
Deram um bom destaque para o Artie, mas não acho que deviam ter sacrificado uma boa storyline assim só para dar destaque a um personagem bem apagado. Na verdade, Quinn devia ter morrido, mas né, isso aqui é Glee.
A outra parte extremamente sem sal do episódio foi a epifania que Finn teve em relação ao futuro. Aliás, nem foi ele que pensou, foi o Puck. Ou seja, além das várias coisas que ele não consegue fazer, pensar sobre o futuro é uma adição. Se bem que Puck não pensou direito, já que disse pro amigo se mudar para LA para atuar, mas tipo... Finn não consegue atuar, Puck.
E assim, Finnalizado não é tão burro assim a ponto de não ouvir nada que Rachel fala há 3 anos. Ele sabia desde o começo o que ela queria, eles conversaram sobre isso e ele ACEITOU se mudar para NY, mesmo não entendendo nada que ele tinha aceitado, pelo jeito. Ou seja, acho super desnecessário jogarem isso novamente na série, porque convenhamos, é repetitivo.
Sempre é bom ver Sue humana, principalmente por causa da baby dela. Não era de se espantar por causa da idade, que o bebê iria ter algum problema. Gostei que tocaram no tema de maneira sucinta e ainda deixaram bem claro que Sue irá amar a filha não importa o que aconteça.
P.S: O que foi aqueles conselhos de atuação? Não aguento! *Apontando*.
P.S: E a letra da última música? Palavras meio estranhas para um irmão cantar pro outro.
P.S: Aquela cena na qual mostraram as costas do Blaine era para ser sexy?
Fiquei com muita pena ao ver Blaine do lado de Coop (Matt Bomer) o episódio inteiro. Não tem nem comparação. É uma daquelas situações em que você vê que a genética só favorece o mais velho.
Super dramático Blaine também, cantando Fighter, da Xtina Cagona como se a música tivesse alguma coisa a ver com a relação dos dois. FELIZMENTE, provavelmente foi a única música da Xtina e do Blaine que consegui ouvir até o final.
A participação de Matt Bomer foi divertida. Sabia que seria porque só por ficar em pé ele já ajuda qualquer série. Foi isso que aconteceu com Chuck e em White Collar ele também mostra que sabe atuar. Sem contar que, mesmo com uns auto-tunes por aí (quem nunca?), ele cantou super bem para alguém que usa terno o dia todo.
Agora, vamos para a parte sem sal do episódio (bom, a primeira parte sem sal do episódio): Quinn está viva. Gente, por favor. Ryan Murphy não tem BOLAS. Não mesmo. Sempre toca em algum assunto tenso, passa alguns episódios com um clima pesado, mas no final tudo fica colorido, igual Kurt, que caga arco-íris com glitter.
Precisavam ter, no mínimo, deixando Quinn um pouco mais acabadinha. Sem contar que não colou a reação dela à situação. Tentaram educar o negócio 'ah, não pode mandar SMS quando estiver dirigindo', mas tipo, não conseguiram mesmo, principalmente quando a menina provavelmente estará dançando novamente nas nacionais.
Deram um bom destaque para o Artie, mas não acho que deviam ter sacrificado uma boa storyline assim só para dar destaque a um personagem bem apagado. Na verdade, Quinn devia ter morrido, mas né, isso aqui é Glee.
A outra parte extremamente sem sal do episódio foi a epifania que Finn teve em relação ao futuro. Aliás, nem foi ele que pensou, foi o Puck. Ou seja, além das várias coisas que ele não consegue fazer, pensar sobre o futuro é uma adição. Se bem que Puck não pensou direito, já que disse pro amigo se mudar para LA para atuar, mas tipo... Finn não consegue atuar, Puck.
E assim, Finnalizado não é tão burro assim a ponto de não ouvir nada que Rachel fala há 3 anos. Ele sabia desde o começo o que ela queria, eles conversaram sobre isso e ele ACEITOU se mudar para NY, mesmo não entendendo nada que ele tinha aceitado, pelo jeito. Ou seja, acho super desnecessário jogarem isso novamente na série, porque convenhamos, é repetitivo.
Sempre é bom ver Sue humana, principalmente por causa da baby dela. Não era de se espantar por causa da idade, que o bebê iria ter algum problema. Gostei que tocaram no tema de maneira sucinta e ainda deixaram bem claro que Sue irá amar a filha não importa o que aconteça.
P.S: O que foi aqueles conselhos de atuação? Não aguento! *Apontando*.
P.S: E a letra da última música? Palavras meio estranhas para um irmão cantar pro outro.
P.S: Aquela cena na qual mostraram as costas do Blaine era para ser sexy?
Músicas no episódio:
"I'm Still Standing" - Elton John (Quinn, Artie)
"Fighter" - Christina Aguilera (Blaine)
"Hungry Like the Wolf" / "Rio" - Duran Duran (Blaine, Coop)
"Up Up Up" - Givers (Artie, Quinn)
"Somebody That I Used to Know" - Gotye feat. Kimbra (Blaine, Coop)